Empresas atuam como agentes de mudança dos hábitos dos consumidores

A cortiça já foi usada como roupa ou reinventada no seu papel de almofada de pioneses. Mas a Corticeira Amorim crê que ainda há muito mais para fazer com a cortiça, tendo criado uma incubadora dedicada a este material. Na 2ª conferência do GPA, Paulo Bessa, diretor de sustentabilidade da Corticeira Amorim, disse que “o consumidor é o principal defensor da cortiça. Este é o poder do consumidor que influencia o engarrafador. Pelo meio, apostamos em ações de promoção deste ativo ambiental”. O LNEG é outro agente da mudança dos hábitos dos consumidores, nomeadamente “na forma como intervém e procura transmitir resultados”, afirmou o investigador Paulo Partidário. Já a Vitacress tem como missão contribuir para o desenvolvimento da inovação no setor hortícola e melhorar os hábitos de consumo. Para Paulo Freire, administrador da Unicer, “são os consumidores interessados que nos fazem evoluir. E nós, na indústria, temos de comunicar o que é interessante”.